| Geração Futuro | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Usiminas | USIM5 | 52,13 | 44,3 | 17,67 |
| Banco do Brasil | BBAS3 | 31,28 | 26,16 | 19,57 |
| Petrobras | PETR4 | 47,28 | 31,38 | 50,67 |
| Taurus | FJTA4 | 11,29 | 7,45 | 51,54 |
| Gerdau | GGBR4 | 24,37 | 22,06 | 10,47 |
| VCP | VCPA4 | 30,5 | 29,41 | 3,71 |
| Vale | VALE5 | 41,24 | 32,9 | 25,35 |
| Randon | RAPT4 | 18,58 | 11,7 | 58,80 |
| Weg | WEGE3 | 20,03 | 15,6 | 28,40 |
| Guararapes | GUAR3 | 48,23 | 38,78 | 24,37 |
Carteira Sugerida "Geração Futuro" Setembro 2009
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on domingo, 6 de setembro de 2009
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Carteira Sugerida Ágora Setembro 2009
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| Ágora | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Petrobras | PETR4 | 39,00 | 31,38 | 24,28 |
| BM&FBovespa | BVMF3 | 13,36 | 11,62 | 14,97 |
| Gerdau | GGBR4 | 27,76 | 22,06 | 25,84 |
| Vale | VALE3 | 44,16 | 36,68 | 20,39 |
| SulAmérica | SULA11 | 41,40 | 37,25 | 11,14 |
| Cemig | CMIG4 | 40,18 | 27,75 | 44,79 |
| Telesp | TLPP4 | 53,71 | 43,49 | 23,50 |
| Energias do Brasil | ENBR3 | 36,96 | 28,30 | 30,60 |
| Itaú Unibanco | ITUB4 | 39,34 | 31,98 | 23,01 |
IBOVESPA 24/07/09
Fechamento IBOVESPA 17/07/09
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on sexta-feira, 17 de julho de 2009
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Ibovespa 14/07/09
| IBOVESPA | R$ 48872.58 | ( -0.64%) |
Ibov faz uma pequena congestão na região de suporte dos 48.800 pts, podendo montar um pivot de baixa na perda desse suporte, voltando a subir buscará a proxima resistencia de 52.400 pts.

Ibovespa 13/07/09
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on segunda-feira, 13 de julho de 2009
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| IBOVESPA R$ 49186.93 (-0,07%) |
Ibovespa fecha o dia numa região proximo de suporte importante a dos 48.400 pts, alguns papeis ja apresentam entrada nessa região, tendo como sua proxima resistencia nos 52.200 pts ultrapassando esse ponto o indice volta para sua tendencia de recuperação.
Carteira Sugerida - INTRA CORRETORA
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InfoMoney premia destaques entre corretoras de valores
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Elton Moreno
on quinta-feira, 9 de julho de 2009
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Com o objetivo de conhecer a percepção dos cliente a respeito dos serviços prestados pelas corretoras de valores atuantes em todo o Brasil, a InfoMoney promoveu a 1ª Pesquisa de Corretoras InfoMoney, premiando as que mais se destacaram na avaliação de seus clientes entre o final de 2007 e o início de 2008.
Na avaliação do atendimento aos seus clientes, as corretoras com melhor resultado na pesquisa foram Geração Futuro, Coinvalores e Planner. Já em relação à disponibilização de conteúdos e ferramentas, as três corretoras premiadas foram Ágora, Coinvalores e Geração Futuro.
A avaliação das instituições, realizada junto a clientes de todas as sociedades corretoras presentes na Bovespa, foi dividida em seis categorias distintas: desempenho geral, homebroker, atendimento, conteúdo e ferramentas, operacional e custo benefício. Vale destacar que a avaliação não se resumiu aos serviços de home broker, mas sim aos serviços gerais oferecidos pelas corretoras.
Conheça as premiadas
Enquanto a Win foi eleita a melhor corretora de valores pelos usuários na categoria geral, a Coinvalores foi a instituição que mais obteve prêmios, cinco no total. Além da segunda colocação no ranking geral, a instituição ficou com outros três segundos lugares, além de um primeiro lugar.
No item "funcionamento do Home Broker", que mede a percepção dos usuários em relação à negociação eletrônica, as premiadas foram Win, Coinvalores e Souza Barros. Já no quesito operacional, que combina cadastro, custódia, resgates e outros, a Coinvalores foi a melhor colocada, seguida por Gradual e Spinelli.
Na avaliação do atendimento aos seus clientes, as corretoras com melhor resultado na pesquisa foram Geração Futuro, Coinvalores e Planner. Já em relação à disponibilização de conteúdos e ferramentas, as três corretoras premiadas foram Ágora, Coinvalores e Geração Futuro.
No item "custo-benefício", as instituições melhor avaliadas foram Título, Banif e Solidez. Por fim, no desempenho geral, que combina todos os segmentos anteriores os destaques foram Win, Coinvalores e Gradual.
Por que a VisaNet vale tanto?

Empresa surfa a onda do varejo, atrai investidores locais e estrangeiros e levanta R$ 8,4 bilhões com sua oferta inicial de ações, no maior IPO do mundo em 2009.
Pouco antes das 10 horas da segunda-feira 29 de junho, o botão da abertura simbólica do pregão eletrônico foi acionado. O rosto sorridente e o dedo forte de Lázaro Brandão, presidente do conselho do Bradesco, davam início à estreia das operações da VisaNet na BM&FBovespa, depois de tantas idas e vindas que adiaram por mais de quatro anos a abertura de capital da empresa.
"O namoro foi longo", disse Brandão à DINHEIRO, após a chuva de papel prateado laminado cobrir o saguão da bolsa. A VisaNet estreou com a pompa e o título simbólico de maior IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial) da história brasileira. Foram R$ 8,4 bilhões captados, o que deixou os R$ 6,6 bilhões da exploradora de petróleo OGX para trás. De quebra, o apetite dos investidores internacionais com as escassas oportunidades de bons negócios fez do IPO da VisaNet o maior do mundo neste ano, superando o grupo industrial chinês Zhongwang Holdings, de US$ 1,2 bilhão (R$ 2,4 bilhões). Com tantos predicados, é preciso entender o que torna tão cobiçada essa empresa que faz a captura das transações com cartões de crédito e débito da bandeira Visa.
A VisaNet é um exemplo da transformação da economia brasileira. Ela chega à bolsa como uma das 15 maiores companhias em valor de mercado, à frente das tradicionais Usiminas, Embraer e Cyrela, que fazem parte de setores que sustentaram o crescimento do País por muitos anos. Agora, a prestação de serviços surge como a nova estrela da economia. É aí que se encaixa a VisaNet. Nos últimos anos, o consumo das famílias foi um importante combustível para o crescimento do Produto Interno Bruto. Em 2007, o poder aquisitivo familiar cresceu 6,3% e no ano passado, 5,4%, segundo o Banco Central (BC)
"O setor está em crescimento, o crédito está em expansão e a baixa renda começa a consumir." Ao lado da Redecard, responsável pelas operações da bandeira concorrente MasterCard, a VisaNet estimulou o movimento de substituição do cheque como meio de pagamento pelos cartões de crédito e de débito. As duas empresas passaram a espalhar as suas maquininhas de captura por todo o Brasil. Atualmente, estão presentes em praticamente todos os municípios brasileiros que tenham energia elétrica.
A VisaNet tem equipamentos até em aldeias indígenas e bancas de coco verde nas praias. Essa conquista de território pode ser verificada nos últimos cinco anos. Em 2003, os cheques respondiam por 39,5% do total de transações financeiras, de acordo com o BC. No ano passado, por apenas 16,5%. Nesse mesmo período, os cartões aumentaram sua participação de 32,2% para 53,8% do total. Com um maior número de locais para aceitar o dinheiro de plástico, explodiu o número de cartões de crédito e débito.
R$ 1,39 bilhão foi o lucro da VisaNet no ano passado. A empresa captura diariamente oito milhões de transações em 1,4 milhão de estabelecimentos credenciados

